domingo, 27 de novembro de 2011

Cinema - Amanhecer - parte 1

A Saga Crepúsculo: Amanhecer - parte 1 (The Twilight Saga: Breaking down - part 1)
Ano: 2011
Gênero: Romance
Direção: bill Condon
Roteiro: Melissa Rosenberg, baseada no livro de Stephenie Meyer
Elenco: Robert Pattinson, Kirsten Stewart, Taylor Lautner, Dakota Fanning, Michael Sheen, Ashley Greene, Kellan Lutz, Nikki Reed, Anna Kendrick, Maggie Grace, Billy Burke, Jackson Rathbone, Peter Facinelli, Noel Fisher, Lee Pace.

Eu assisti ao filme final de semana passado e, desde então, venho enrolando para escrever meu comentário sobre ele aqui no blog. Motivo? Talvez porque eu não saiba exatamente o que dizer... A verdade é que sim, eu gostei dos livros. Sim, eu gostei dos outros filmes. Mas nenhum deles nunca teve a capacidade de arrancar suspiros de mim. Eles são o que são: uma boa adaptação das obras originais. Todos os filmes são fieis aos livros (claro, com algumas mudanças, mas nada de extraordinário). E Amanhecer não é diferente.

O filme começa com os preparativos para o casamento de Bella e Edward e com a cerimônia. Vi comentários em blogs de pessoas falando mal até do vestido de noiva de Bella. Para mim, coisa de gente que não tem o que fazer (sorry!!) e fica querendo ver defeito em tudo! É um vestido normal, people!!! Depois das despedidas, os pombinhos seguem para o Rio de Janeiro (tão bonitinho o Edward falando português - hehehe) e, em seguida, para a ilha onde passarão a lua de mel. Passados alguns dias, Bella descobre que está grávida e é aí que começa todo o drama, pois eles tem que voltar às pressas, já que o bebê (ou feto, como alguns membros do clã Cullen insistem em chamar) está crescendo rápido demais e ninguém sabe exatamente o que ele (ou ela) será.

Bella insiste em ter o bebê (aliás, a primeira vez que ela realmente toda uma atitude de verdade!) mesmo contra a opinião de quase todos, inclusive de Edward. Ela faz de tudo para levar a gravidez até o fim, mesmo o bebê sugando toda a sua energia e deixando-a bastante doente. Chega, inclusive, a beber sangue humano para fortalecê-lo. Enquanto isso, instala-se um verdadeiro drama entre os lobos, com a ruptura do bando e o planejamento de um ataque aos Cullen, pois todos acham que Bella vai acabar morrendo e querem matar o bebê, que representará uma ameaça.

Tenho que destacar aqui a maquiagem de Bella. Ela está simplesmente horrível e só os ossos. Isso também foi alvo de muitas críticas, mas não dá pra deixar uma pessoa que tem um bebê dentro dela literalmente comendo-a de dentro para fora bonitinha, né people?!?! Vamos ser realistas. Ao mesmo tempo, critico o trabalho feito nos demais membros da família Cullen (inclusive em Edward). Nos outros filmes, a aparência deles sempre foi bastante imponente, com seus olhos dourados e suas peles alvíssimas. Em Amanhecer, eles perderam essa imponência e estão mais "normais".

A trama chega ao seu ápice quando o Renesmee (péssimo nome, by the way) nasce. Bella parece não ter sobrevivido. Edward injeta seu veneno em sua amada, na tentativa de transformá-la em vampira e salvar sua "vida", mas ela não reage como deveria. Ao saber da suposta morte de Bella, os lobos preparam um grande ataque, que tem que ser interrompido, pois Jacob tem um imprint por ela e os lobos não podem mais machucá-la. 

O filme acaba com Bella acordando, já como vampira, mas tudo o que vemos são os seus olhos vermelhos...

Como eu disse, o filme é o que é: uma adaptação bem feita da obra original, com o poder de agradar a muitos, mas também de desagradar a outros tantos. Para mim, bom, mas nada de extraordinário. E que venha a parte 2...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Meme das antigas II - edição 2011


Em véspera de viagem minha sina é virar a madrugada na net. Hoje aproveitei para, dentre outras coisas, visitar alguns blogs amigos. Passando lá pelo da .m.a.h..m.i.n.d. achei esse Meme de final de ano e, é claro, resolvi participar... A proposta é que as respostas sejam dadas ao longo do mês de dezembro, dia sim e dia não. Vou tentar seguir o calendário à risca, mas já adianto que meu mês de dezembro vai ser meio complicado, pois vou passar uns dias fora de Natal e a family vai estar toda reunida por aqui. Mas vamos aos temas e às datas das postagens:

Dia 01/2 - Peraí... 2011 tá acabando?

Dia 03/12 - Mas 2011 ainda não acabou, ainda vou tentar...

Dia 05/12 - Meu filme preferido em 2011

Dia 07/12 - Meu site/blog preferido em 2011

Dia 09/12 - Um vídeo do YouTube em 2011

Dia 11/12 - Meu livro favorito em 2011

Dia 13/12 - Minha música favorita em 2011

Dia 15/12 - Meu melhor e meu pior dia em 2011

Dia 17/12 - Em 2011 eu pela primeira vez...

Dia 19/12 - Em 2011 eu pensei em fugir para...

Dia 21/12 - Em 2011 eu tentei...

Dia 23/12 - Em 2011 eu consegui...

Dia 25/12 - O bom de 2011 foi...

Dia 27/12 - O problema de 2011 foi...

Dia 29/12 - Uma foto minha em 2011

Dia 31/12 - E 2012?

Aguardem as respostas... ;)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Livros - Cidade dos ossos


Estava eu uma belo dia passeando pelo submarino, doida para gastar alguns reais, quando vi uma promoção desse livro e do segundo volume da série por R$ 29,90. Acabei colocando no carrinho e comprando. Eu não sabia do que se tratava, apenas que é uma série e que já saiu até o terceiro volume. Vejo direto comentários e resenhas nos blogs sobre a série, mas nunca tinha parado para ler nenhum. Mas, a compradora compulsiva aqui não resistiu a uma boa promoção e comprou... hehehe

De cara, já vou dizendo uma coisa: com poucas exceções, eu não gosto de livros em série!!! Porque geralmente acontecem três coisas comigo: ou eu adoro e fico louca pelo próximo volume; ou eu não me interesso muito e perco o interesse (e fico com as coleções incompletas na estante - detesto!!); ou eu gosto e, quando compro o volume seguinte, já esqueci dos detalhes e fico querendo reler a série inteira antes de ler o lançamento (aliás, isso acontece com as séries de TV também, quando eu fico muito tempo sem assistir).

Eu me pergunto qual o problema de um autor escrever um livro com começo, meio e fim. Por que dividir em vários volumes (alguns deles com apenas 200 páginas)? Pra vender mais? Por que é moda? Enfim... O mesmo está acontecendo com os filmes, agora com parte 1 e parte 2 (Harry Potter, Amanhecer). Sei não...

Outra coisa que eu não gosto muito é essa coisa de todo mundo escrever sobre o mesmo tema: vampiros, bruxos, lobisomens, anjos... hello!!! As pessoas querem ler outra coisa também!!!! Por essas e outras razões, eu tinha dito a mim mesma que iria ficar um tempo afastada desses modismos (a última série de livros que li foi As crônicas de Artur - mas aí é outro nível, né?  - e o último livro de romance adolescente/criaturas sobrenaturais que li foi Sussurro, no final de 2010). 

Isso até esbarrar na tal promoção e comprar os dois primeiros volumes da série Instrumentos mortais. Quando recebi os livros, confesso que fiquei curiosa e adiei a leitura de Eu sou o número quatro, que já estava na minha cabeceira, pronto para começar a ser lido e fui logo ler Cidade dos ossos, ainda sem saber direito do que se tratava. Mas a essa altura eu já tinha mais ou menos uma noção.

A história do livro é mais ou menos a seguinte: Clary é uma típica adolescente de Nova York que presencia um assassinato em uma casa noturna, cometido por três jovens. O problema é que só Clary consegue ver os jovens e eles ficam surpresos quando percebem que ela conseguem vê-los. Isso porque eles não são jovens normais: são caçadores de sombras, guerreiros que combatem e perseguem monstros e criaturas do submundo. De repente, Clary se vê envolvida nesse novo mundo, cheio de criaturas que ela sequer imaginava serem reais, e o pior, descobre que não apenas ela está envolvida, mas sua mãe também, que foi sequestrada pelo terrível vilão Valentim.

Clary vai parar no Instituto, local de treinamento dos jovens caçadores de sombras, com Jace, Alec e Isabelle, os três jovens que ela viu matarem um demônio. Lá ela descobre que não é uma simples mundana e que está mais do que envolvida em todo esse novo mundo... Descobre também que sua mãe era a guardiã de uma arma poderosíssima, um cálice que tem o poder de criar novos caçadores e que Valentim quer usar o cálice para formar um exército particular.

Naturalmente, ela se apaixona por Jace e ele por ela... Jace é um cara que tem a autoestima lá em cima, dono de um humor um tanto sarcástico e de uma valentia nobre. E, como todo drama adolescente, forma-se um triangulo amoroso quando Simon, o melhor amigo de Clary se declara a ela. 

(A partir desse ponto, contém Spoilers) Por que eu gostei do livro? Por várias razões... Vamos lá: a primeira delas é que eu gostei dos personagens, especialmente de Clary. Ao contrário de outras protagonistas dessa séries adolescentes (tipo Bella de Crepúsculo e Norah de Sussurro - aliás, as únicas que eu conheço) ela tem atitude, é uma garota decidida, que sabe o que quer e corre atrás. Também gostei de Jace, com seu jeito meio metido. Só não gosto muito de Alec, que descobrimos ser gay ao longo da trama (mas não é por isso que eu não gostei dele, achei o personagem meio apagado). Isabelle e Simon também são legais.

Também gostei pela história propriamente dita que, apesar de ter todos os elementos esperados desse tipo de leitura, é bastante envolvente. O ritmo do livro é muito bom. O começo é frenético, depois ele cai um pouco (sem se tornar enfadonho) para terminar com uma série de reviravoltas incríveis - daquelas de cair o queixo e de querer devorar as páginas finais.

O capítulo em que Luke conta toda a história dele a Clary é, disparado, o melhor do livro. A narrativa é muito boa, prende totalmente o leitor. E é quando se percebe que a trama foi muito bem amarrada, não há fios soltos, tudo se encaixa direitinho. Muito bom mesmo!!

(Spoiler - Final do livro revelado) Agora, o que eu mais gostei mesmo foi do final. Saber que Clary e Jace são irmãos foi um verdadeiro choque! Que ela era filha de Valentim eu comecei a desconfiar lá pela página 100, mas que ele era o irmão supostamente morto... meu queixo caiu na hora!! E quando Valentim tá quase convencendo Jace a ir com ele, eu juro que fiquei me perguntando se ele era mesmo o malvadão da história... a autora quase me convenceu!!

(Spoiler - Final do livro revelado) Depois que li o livro finalmente li algumas resenhas e vi que algumas pessoas não gostaram do fato de eles serem irmãos. Teve uma até que disse que não acreditava, que achava que algo seria revelado no segundo livro dizendo que eles não são irmãos... Mas isso nada mais é do que a aquela síndrome de que o casalzinho apaixonado tem que ficar junto e viver felizes para sempre. O que vai acontecer nos outros volumes eu não sei (óbvio, ainda não li), mas foi justamente isso que eu mais gostei no livro. O fato de eles serem irmãos surpreendeu, fugiu do esperado, do convencional... 


Muito bom, merecedor de 4 estrelas no Skoob.

domingo, 20 de novembro de 2011

Filmes - A felicidade não se compra

# 18 do projeto 300 filmes para ver antes de morrer


A felicidade não se compra (It's a wonderful life)
Ano: 1946
Gênero: Drama
Direção: Frank Capra
Roteiro: Frances Goodrich, Albert Hackett e Frank Capra, baseado em estória de Philip Van Doren Stern
Elenco: James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore, Thomas Mitchell, Henry Travers, Beulah Bondi, Frank Fayden,  Ward Bond, Gloria Grahame, H. B. Warner, Todd Karns, Samuel S. Hinds, Sheldon Leonard

Resolvi dar um gás no projeto nesse final de ano e por isso estou tendo a oportunidade de ver/rever filmes maravilhosos. Como ainda estou muito no começo da lista, tenho escolhido os filmes aleatoriamente, ou entre os que tenho em DVD ou entre aqueles que consigo encontrar facilmente download na net.

E por falar em final do ano, é justamente na época do natal em que o filme se passa. Por esse motivo e pela bela mensagem que traz, muitas pessoas gostam de assisti-lo exatamente nessa época do ano. Nos Estados Unidos, é praticamente sagrado. Muitas famílias se sentam na frente da telinha para rever ao clássico no dia de natal ou na semana que antecede a data. Eu nunca tinha visto.

E é exatamente por ter sobrevivido ao longos anos desde a sua estréia que o filme mostra o seu valor, mostra o quão atual ele e a mensagem nele inserida podem ser. Mostra como valores simples e muitas vezes esquecidos nunca saem de moda e o quão brutal a ganância humana pode ser. Aqui, abro um parênteses para dizer que gostei mais do título traduzido para o português do que do título original do longa, pois o nosso está muito mais inserido no contexto da trama.

Mas vamos ao enredo, para quem não conhece. O filme conta a história de George Bailey, um homem cuja vida sempre foi pautada por sentimentos nobres, como solidariedade, honestidade e compaixão. Um homem que desde garoto foi capaz tanto de gestos simples quanto de atos heroicos para ajudar ao próximo. Um sonhador, que sempre sonhou em ganhar o mundo e deixar para trás a cidadezinha em que nasceu.

Mas a vida pregou algumas peças no protagonista e ele acabou ficando na cidade, se casando e assumindo o negócio da família, uma espécie de banco para financiar moradia à população de baixa renda, em condições mais que especiais. 

Um dia, mais precisamente na noite de natal, George se vê diante de uma encruzilhada financeira, que pode acarretar em sua prisão e decide tirar a própria vida, se jogando de uma ponte. É quando o anjo Clarence desce à terra para mostrar a ele o quão especial é a sua vida e como sua pequena cidade seria diferente se ele não existisse. No final, é claro, tudo dá certo, e George vê quantos amigos verdadeiros ele tem e como é querido por todos na sua pequena cidade...

O roteiro é de uma simplicidade e ao mesmo tempo de um brilhantismo incríveis, pois as cenas todas se encaixam perfeitamente, formando uma bela história de vida, com momentos de alegria, como a festa em que todos terminam dentro da piscina; de romantismo, como o dia em que ele e Mary jogam pedras nas janelas de uma velha casa; de emoção, como o discurso acalorado que ele faz ao conselho do banco após a morte do seu pai e de determinação, como no dia em que todos da cidade decidem retirar seu dinheiro do banco, quase levando-o a fechar o negócio.

Um belo filme para ser visto não apenas na época do natal, mas sempre...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Desafio Literário 2012 - minha lista


Este ano eu não consegui completar o Desafio Literário, infelizmente... Aliás, passei longe disso. Abandonei na minha "fase negra", quando eu praticamente parei de ler e quando meu blog quase acabou. Mas em 2012 eu pretendo sim cumprir o desafio. Por isso, decidi ser um pouco mais realista e fiz minha lista com apenas um título por mês. Decidi, também, optar por leituras mais "leves" e por livros cuja leitura realmente me interessam. Assim fica mais fácil cumprir o desafio... Acho que dos livros que selecionei, há apenas 1 ou 2 cuja leitura de fato representará um desafio... Eis os escolhidos:

Janeiro - Literatura gastronômica



Título escolhido: Julie & Julia - Julie Powell
Porque escolhi: Eu vi o filme e simplesmente adorei. Na verdade, foi depois de ver o filme que eu fiquei com vontade de voltar a ter um blog e aí o Meus vários mundos acabou nascendo... Desde então, tenho vontade de ler o livro, mas sempre vou adiando. Excelente oportunidade e excelente forma de começar o ano...


Fevereiro - Nome próprio


Título escolhido: Julieta, de Anne Fortier
Porque escolhi: Na verdade eu fiquei muito em dúvida entre esse livro e Marina, de Carlos Ruiz Zafón. Eu li A sombra do vento do autor e gostei bastante. Mas acabei optando por Julieta por ser, como eu disse, mais "leve". Mas acho que vou acabar lendo os dois... Mas o oficial, o escolhido mesmo é Julieta, porque eu gostei da sinopse e vi comentários positivos em blogs amigos.


Março - Serial Killer


Título escolhido: Eu sou Deus, de Giorgio Faletti
Porque escolhi: A dúvida com relação ao mês de março foi qual livro escolher... só na minha estante para ler eu tenho uns 5 livros de serial killer, inclusive o escolhido. Em março eu provavelmente lerei mais de um livro para o desafio (fico só imaginando um mês inteiro só lendo livros de serial killer - adoro!!), mas acabei escolhendo esse para ser o oficial porque, dos que eu tenho, é o único que não faz parte de nenhuma série e porque o outro livro do autor, Eu mato, é simplesmente perfeito!!


Abril - Escritor oriental


Título escolhido: A cidade do sol, de Khaled Hosseini
Porque escolhi: Na verdade, para o mês de abril eu estava com uma dúvida danada, não conseguia encontrar nada que me interessasse de verdade. Tem um livro de um escritor chinês que é maravilhoso, A montanha e o rio, mas esse eu já li... Eu nem havia considerado Khaled Hosseini, por ser do Oriente Médio. Eu estava pensando mais em um autor chinês ou japonês. Mas aí acabei vendo na lista de outra pessoa e na hora me animei para ler A cidade do sol. Mas ainda continuo pensando. Será que vale para o tema? Se não valer, por favor alguém me diga, para que eu escolha outro...


Maio - Fatos históricos


Título escolhido: Quando Nietzsche chorou, de Irvin D. Yalom
Porque escolhi: Porque eu tenho esse livro a séculos e nunca li. Já comecei a ler duas vezes e acabei parando e agora eu quero acabar de uma vez por todas! Eu poderia ter escolhido um livro sobre uma guerra, ou algum outro fato histórico mais "concreto", digamos assim, mas acho que o nascimento da psicanálise é um fato de grande relevância!!


Junho - Viagem no tempo


Título escolhido: Linha do tempo, de Michael Crichton
Porque escolhi: Porque eu nunca li nada do autor e quero conhecer seu trabalho, porque tem suspense, porque eu gostei da sinopse e porque eu já li A mulher do viajante no tempo e Contato, que seriam minhas escolhas mais óbvias para esse mês do desafio.


Julho - Prêmio Jabuti


Título escolhido: Leite derramado, de Chio Buarque de Hollanda
Porque escolhi: Confesso que esse foi um mês que não me animou muito no Desafio Literário. Mas, decidi que iria ler alguma coisa do Chico, já que ele ganhou várias vezes o Prêmio Jabuti. Dentre as sinopses dos livros dele, a que mais gostei foi essa e é o que tem a maior nota no Skoob, além de ser fininho (menos de 200 págimas). Por isso acabei escolhendo esse livro.


Agosto - Terror


Título escolhido: Entrevista com o vampiro, de Anne Rice
Porque escolhi: Porque eu nunca li nada da autora e quero conhecer, porque eu adoro o filme e porque dos livros dela é o "mais famoso". Mas, como eu gosto muito do tema, devo ler mais de um livro no mês de agosto.


Setembro - Mitologia universal


Título escolhido: O herói perdido, de Rick Riordan
Porque escolhi: Por ser uma leitura leve e descontraída. O tema é bastante rico e tem muita coisa boa, mas eu não vou negar que adorei a série de Percy Jackson. Na verdade eu tinha escolhido A pirâmide vermelha, primeiro volume de outra série do mesmo autor. Mas quando vi que tinha uma série nova com o Percy Jackson acabei mudando. Eu não sabia e adorei a novidade! Espero que até lá já tenham lançado mais livros. Mas eu também fiquei com vontade de ler A pirâmide vermelha e vou ver se consigo ler os dois, ou sei lá quantos vão ter até setembro de 2012. Vou, então, chamar o mês de setembro de mês do Rick Riordan.


Outubro - Graphic Novel


Título escolhido: Crepúsculo - Graphic Novel
Porque escolhi: Bem, eu nunca li uma Graphic Novel na minha vida. É isso mesmo! Então, para começar, decidi escolher uma história que eu já conheço e que gosto, para ver se gosto do formato. Se eu gostar, certamente irei ler outros, mas vou apontar apenas esse para o mês.


Novembro - Literatura africana


Título escolhido: Cotoco, de John Van de Ruit
Porque escolhi: Mais uma vez, por ser um livro leve e descontraído e por ter lido muita coisa boa a respeito da obra em blogs amigos.


Dezembro - Poesia



Título escolhido: As coisas, de Arnaldo Antunes
Porque escolhi: Bem, eu não sou muito fã de poesia. Mas, se é pra ler alguma coisa do tema, vou escolher algo atual, contemporâneo, de um autor que eu adoro!! Vou ver se aproveito e leio também Tudos, também dele. Na verdade, são poemas e não poesia, mas acho que vale, não? Creio que sim, pois está na lista de sugestões do próprio Desafio Literário.

Bem, essa é a minha lista. Sei que em alguns meses vou ler mais de um livro sobre o tema, mas vou deixar só com um mesmo, assim não vou ter dificuldades em cumprir o desafio!!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Filmes - Trilogia De volta para o futuro

# 15, 16 e 17 do projeto 300 filmes para ver antes de morrer

De volta para o futuro (Back to the future)
Ano: 1985
Gênero: Ficção científica
Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Crispin Glover, Billy Zane, Lea Thompson. Thomas F. Wilson, Mark McClure, Claudia Wells, Wendie Jo Sperber, George DiCenzo, Lee McCain, James Tolkan.


Dos clássicos dos anos 80, De volta para o futuro é aquele que mais influência exerceu sobre mim. Sempre gostei demais do filme, especialmente desse primeiro. Achei a idéia simplesmente fantástica e, da primeira vez que vi, me senti dentro da máquina do tempo com Marty. O legal do filme é que ele traz um pouco de tudo para o espectador: aventura, romance, ficção, comédia e até um certo drama. 

E o mais legal da história é que não há como não se identificar com o protagonista, afinal de contas, quem não gostaria de viajar no tempo e conhecer seus pais ainda jovens? E ainda por cima nos faz parar para pensar, em como uma simples mudança, um simples evento poderia mudar toda a nossa vida se tivesse ocorrido de uma maneira diferente.

Revendo o filme agora, pude perceber alguns errinhos que não me lebrava de haver notado antes, nas nada que comprometa a qualidade da obra e de seus efeitos, inovadores à época do lançamento. A qualidade da obra é muito boa, com destaque para a trilha sonora, marcante e inesquecível, assim como outros temas de filme. É impossível não ouvir e associar imediatamente ao longa.

Adorei rever e me diverti bastante!!


De volta para o futuro II (Back to the future part II)
Ano: 1989
Gênero: Ficção científica
Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Elizabeth Shue, Elijah Wood, Lea Thompson. Thomas F. Wilson, James Tolkan, Jeffrey Weissman, Charles Fleischer, Darlene Vogel, Jason Scott Lee, Flea.


Dos três filmes, esse para mim é o mais inteligente, o mais criativo e o mais bem feito. É verdade que o futuro não é nada parecido com o retratado no filme, mas mesmo assim é legal de ver como o ano de 2015 foi retratado lá em 1989. Os carros ainda não voam (aliás, seria uma excelente solução para o problema do trânsito em algumas cidades), a justiça continua lenta, os advogados não foram abolidos (ainda bem!) e as roupas não são autosecantes.

Mas o que eu gosto mesmo na segunda parte da trilogia ainda é a parte do passado. Muito bem elaborada, com os dois Marty vagando por 1955 ao mesmo tempo. Todos os elementos apresentados no primeiro longa permanecem: comédia, drama, romance, aventura. Para mim, um dos poucos casos em que a continuação supera o original. Adoro!!


De volta para o futuro III (Back to the future part III)
Ano: 1990
Gênero: Ficção científica
Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Elizabeth Shue, Richard Dysart, Mary Steenburgen, Lea Thompson. Thomas F. Wilson, James Tolkan, Hugh Gillin, Mark McClure, Wendie Jo Sperber, Jeffrey Weissman, Bill McKinney, Todd Cameron Brown, Flea.


Ok, agora vocês não vão acreditar, mas eu nunca tinha visto a parte final da trilogia. Isso mesmo! E eu explico o porquê. Quando eu vi o segundo filme pela primeira vez, passou umas partes do terceiro ao final e eu vi que era no velho oeste. Eu nunca gostei de filmes de faroeste e continuo sem gostar até hoje, por isso não tive vontade de ver na época (lembrem, eu era apenas uma criança). Aí o tempo foi passando e eu acabei esquecendo do rapaz que não gosta de ser chamado de covarde e acabei sem ver... até agora!!


O problema foi devidamente solucionado, mas minhas suspeitas se concretizaram porque, dos três filmes, é o que eu gostei menos. Acho toda essa coisa de faroeste, de duelo, um tanto quanto ridícula, estereotipada demais nos filmes. E achei nesse também.


Mas o final eu adorei, isso eu não tenho como negar!!!


domingo, 13 de novembro de 2011

Filmes - O iluminado

#14 do projeto 300 filmes para ver antes de morrer


O iluminado (The shining)
Ano: 1980
Gênero: Terror
Direção: Stanley Kubrick
Roteiro: Diane Johnson e Stanley Kubrick, baseado em livro de Stephen King
Elenco: Jack Nicholson, Shelly Duvall, Danny Lloyd, Stacman Crothers, Barry Nelson, Philip Stone, Joel Turkel, Anne Jackson. Tonny Burton, Barry Dennen.



O iluminado possui todos os elementos de um bom filme de suspense (eu não o considero terror, mas sim suspense). Foca no drama psicológico dos personagens, mas sem deixar de ter seus momentos de suspense e sem deixar de causar grande tensão no espectador.

O enredo é conhecido por quase todos: Jack Torrance e sua família se mudam para o hotel Overlook, para cuidar dele durante o longo inverno que torna o acesso ao hotel impossível. É um grande momento para a família, pois Jack pretende usar o tempo livre para escrever e para se recuperar totalmente do seu vício em bebidas.

Só que eles não imaginavam que não estariam sozinhos. O hotel, que parece ter vida própria, quer se apoderar do pequeno Danny, filho do casal, que tem poderes especiais, e usa Jack para isso, levando-o à loucura.

O ponto forte do longa, sem dúvida alguma, são as atuações. O pequeno Danny Lloyd dá um verdadeiro show, Jack Nicholson então, nem se fala. Todos sabem que foi o papel que o consagrou. O olhar de Jack, as cenas em que ele está bêbado, a transformação que ocorre nele durante o tempo que fica lá... é incrível o que o ator conseguiu fazer com o personagem. Shelly Duvall também está excelente. O que ela tem de feia, tem de boa atriz...

O grande problema de O iluminado é quando comparamos o filme à sua obra original. As mudanças feitas no enredo foram tantas, que tornaram a obra de Stephen King quase irreconhecível. Eu nunca fui muito fã de King e já disse isso em outras ocasiões. Acho os livros dele muito "loucos", mas O iluminado é um dos poucos que eu gosto MUITO!! Daí a minha frustração com a adaptação de Stanley Kubrick para o cinema. Sim, people, é isso mesmo, eu estou falando mal do filme, mas apenas se você compará-lo à obra original. Se você não leu o livro, tenha certeza de que estará diante de um filmaço, mas se leu, ficará um tanto frustrado com as alterações, principalmente com o final...

E esse sentimento não é só meu, pois o próprio Stephen King produziu uma versão para a televisão da obra, em 1997, no formato de minissérie, com quase 5 horas de duração. Ele disse que naquela obra, para a TV, estava o que ele gostaria de ter visto no cinema com relação à história por ele criada. 

Eu vi as duas versões e, sem dúvida, a mais recente é muito mais fiel à obra original. O que posso dizer é que, se tivéssemos a versão de 1997 com o elenco de 1980 (não desmerecendo o elenco da de 1997) estaríamos diante do filme perfeito!!!

A-Z About me



Passeando pelos blogs amigos, vi essa brincadeirinha no blog da Happy Batatinha e resolvi fazer por aqui também. Adoro esses joguinhos e fazia tempo que não respondia a nenhum...

Age (idade): 30

Bed size (tamanho da cama): casal, mas louca para trocar por uma queen size.

Chore that you hate (tarefa do dia a dia que você detesta): lavar louça.

Dogs (cachorros): um. Bella, uma ladrador amarela de 3 anos, completamente maluca.

Essential start to your day (essencial para começar o seu dia): ver as novidades da net.

Favourite color (cor favorita): Azul.

Gold or silver (ouro ou prata): ouro.

Height (altura): 1,67m.

Instruments you play (instrumentos que toca): Nenhum. Minha total falta de coordenação motora não me permite...

Job title (emprego): Atualmente servidora pública mas, na essência, advogada.

Kids (filho): Não estão nos planos no momento.

Live (mora): Em Natal/RN.

Mother's name (nome da mãe): Ana Maria.

Nicknames (apelidos): Rafa, Rafinha.

Overnight hospital stays (noite passada no hospital): Depois da minha cirurgia de gastroplastia

Pet peeve (algo bobo que te irrita): cabides virados para o lado errado.

Quote from a movie (frase de um filme): Tem tantas... mas, de cara, lembrei de uma de O senhor dos anéis: All we have to decide is what to do with the time that is given to us (tudo que temos que decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado).

Right or left handed (canhota ou destra): canhota.

Siblings (irmãos): uma irmã, 3 anos mais velha.

Time you wake up (hora que acorda): seis da matina.

Underware (roupas íntimas): no cotidiano, confortáveis.

Vegetable you hate (vegetal que você detesta): repolho e chuchu.

X-rays you've had (raio-x que já tirou): vários. O último foi do pé direito. 

Yummy food that you make (comida gostosa que você faz): várias... gosto muito de cozinhar. Mas destaco minha lasanha e meu cheesecake.

Zoo animal (animal de zoológico): Tigre.

domingo, 6 de novembro de 2011

Filmes - O senhor dos anéis

# 11, 12 e 13 do projeto 300 filmes para ver antes de morrer


O senhor dos anéis: a sociedade do anel (2001)
O senhor dos anéis: as duas torres (2002)
O senhor dos anéis: o retorno do rei (2003)
Direção: Peter Jackson
Roteiro: Frances Walsh, Philippa Boyens e Peter Jackson, baseado em livro de J. R. R. Tolkien
Elenco: Elijah Wood, Viggo Mortensen, Ian McKellen, Sean Astin, Sean Bean, Orlando Bloom, Domonic Monaghan, Liv Tyler, Hugo Weaving, Karl Urban, Ian Holm, Cate Blanchett, Christopher Lee, Alexandra Astin, John Bach, Bruce Hopkins, Lawrence Makoare, Paul Norell, Bruce Philips, Thomaas Robins, Harry Sinclair, Billy Boyd, Alistair Browning, Alan Howard, Noel Appleby, Bernard Hill, Ian Hughes, Sarah McLeod, John Noble, Miranda Otto, John Rhys-Davies, Andy Serkins, David Wenham, Sadwyn Brophy, Marton Csokas.

O Senhor dos anéis é, sem dúvida, um grande filme. Um dos mais imponentes que eu já vi. Uma verdadeira obra de arte, que fez história. Lembro da agonia que foram os anos de 2001 e 2002 para todos os fãs (inclusive para mim), esperando pelo lançamento do filme completo. Sim, porque apesar de dividido em três partes, eu considero um filme só. Um longo filme, é verdade, mas único.

A primeira parte, A sociedade do anel, é marcada pela descoberta do anel no Condado e pela escolha dos oito companheiros que acompanharão Frodo na difícil missão de destruir o anel, levando-o a Mordor, atravessando perigos indescritíveis. A sociedade é desfeita no final do filme, mas a peregrinação de Frodo continua...

Em A sociedade do anel não vemos grande batalhas. O filme tem um ritmo mais lento do que os outros dois, é mais introspectivo, pode-se dizer. Mas continua sendo o meu favorito, exatamente por isso. É nele que conhecemos todos os personagens e suas principais características. De todas as sequências, a que mais me impressiona e que eu mais gosto é Arwen cavalgando com Frodo, fugindo dos Nazgul e passando pelo rio que protege Valfenda, que ganha vida na forma de cavalos para protegê-los.

A sociedade, inicialmente composta por nove membros, termina a primeira parte com apenas sete e dividida em três grupos. Frodo e Sam seguem, sozinhos, para Mordor. Merry e Pippin são seqüestrados pelos Orcs e Aragorn, Legolas e Gimli vão ao resgate dos pequenos...

As duas torres tem o problema de ser o filme (ou a parte) do meio. Não tem começo nem fim, daí ser o menos querido pela maioria dos fãs. Mas, em compensação, traz, na minha opinião, a melhor sequência de todas: a batalha do Abismo de Helm. Insuperável!! Traz, ainda, novas criaturas, como os Ents, os Nazgul e, destaque-se, Gollum.

Já a terceira parte, O retorno do rei... bem, essa é digna de louvor!!! Sinceramente, poucos filmes conseguiram me marcar tanto. Nem preciso falar muito...

Tudo no longa é bem feito. As atuações são brilhantes, a trilha sonora é mágica, os figurinos são perfeitos, a maquiagem, então, nem se fala. Os efeitos são excelentes, a fotografia é primorosa... Enfim, um masterpiece que traduz, como poucos, a eterna batalha entre o bem e o mal...

Livros - O cirurgião


Eu não conhecia o trabalho da autora Tess Gerritsen. Comprei esse livro por acaso, há alguns meses, passeando por uma livraria. Comecei a leitura antes, mas não me empolguei (não por culpa do livro, mas minha mesmo) e acabei deixando-o de lado. Mas, quando peguei novamente para ler, o difícil foi deixá-lo de lado...

A obra, se comparada a alguns outros livros de serial killers que eu li, não traz nada de excepcional. Segue à risca a cartilha do bom livro sobre o tema, com todos os elementos que deve ter. Mas, mesmo assim, há algo de diferente, de peculiar nesse livro, que o torna muito bom. E o que é? A forma como a autora expõe a realidade, nua e crua, sem rodeios. Lembrou-me um pouco Coração apaixonado, de Chelsea Cain. 

Os personagens são cativantes. Rizzoli, uma policial tentando sobreviver em um mundo tipicamente masculino; Moore, o policial certinho que acaba se apaixonando pela vítima e Cordell, a médica forte, que esconde os terrores do seu passado. A trama é envolvente, os eventos se desenvolvem de uma forma lógica e contínua, não deixando furos no enredo, que é bem amarrado. As razões do assassino são plausíveis, sem forçar a barra.

Isso sem falar que a autora apresenta muito bem a questão do abuso sexual. O livro trata do tema de forma realista, dura, seca, porém sem ser de mal gosto ou vulgar. Até mesmo as partes que envolvem sangue, morte, vísceras, hospital, cirurgia são descritas, como eu disse, de forma bastante real, mas sem causar repulsa.

(Spoiler) Se eu tenho um ponto negativo a comentar, é que passei o livro inteiro esperando que o assassino fosse algum dos personagens principais da trama, talvez o médico amigo de Cordell ou um residente (a história se repete...) Quando a identidade do serial killercomeçou a ser revelada e eu percebi que não era alguém de relevância na trama, fiquei com aquela pequena pulga atrás da orelha. Mas nada que interfira no resultado final da obra.

Enfim, um livro muito bom que eu, definitivamente, recomendo. Li comentários dizendo que esse é o melhor da série, que os outros livros da autora são mais fracos... Só lendo pra crer!! hehehe O próximo é O dominador, que não está disponível nas grandes livrarias da net. Assim que eu encontrar, compro e digo a vocês o que achei.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cinema - Atividade paranormal 3

Atividade paranormal 3 (Paranormal activity 3)
Ano: 2011
Gênero: Suspense
Direção: Henry Joost, Ariel Schulman
Roteiro: Michael R. Perry, baseado nos personagens de Oren Peli
Elenco: Christopher Nicholas Smith, Lauren Bittner, Jessica Tyler Brown, Chloe Csengery, Dustin Ingram, Katie Featherston, Brian Boland, Sprague Grayden, Mark Fredrichs.



Quando eu falei sobre Planeta dos macacos: a origem, me referi às continuações que tem o poder de destruir uma franquia. Esse é exatamente um dos casos aos quais me referi. Eu gostei bastante dos dois primeiros filmes, mas Atividade paranormal 3 é nada mais, nada menos do que um filme tosco, de péssima qualidade, que jamais deveria ter sido feito. Isso mesmo, digo e pronto!

Os sustos não se comparam aos dos longas iniciais, são muito, mas muito mais fracos. Não há aquele clima de suspense que impera, sobretudo na obra original. O que há são tentativas frustradas de "pegar" o espectador, que falham na maioria das vezes. A história também é muito fraca.

Eu já disse antes que prequels não me agradam, como um todo. Mas no caso da franquia Atividade paranormal é diferente, pois na verdade é uma continuação que também é um prequel. Enfim, difícil de explicar, mas funcionou bem nos dois primeiros filmes. Mas nesse não, porque a tentativa de explicar os eventos ocorridos nos dois primeiros filmes definitivamente não deu certo. Ficou muito sem noção. 

O filme é tão ruim que o final me lembrou o do péssimo O último exorcismo. Sinceramente, estou sem entender até agora a lógica do filme (não há nenhuma). Não tenho nem muito o que dizer, eu simplesmente detestei e pronto. Foi uma péssima maneira de gastar meus R$ 15,00.