segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 31

Dia 31 - Qual o livro que você leu esse ano que mais gostou? Fale sobre ele.


Se essa pergunta fosse em qualquer outro dia do Meme, minha resposta teria que ser outra, pois eu literalmente acabei de ler esse livro. Eu comprei meio que por acaso, quando estava passeando em uma livraria, há uns meses atrás. Ainda não tinha lido, mas fiquei bastante empolgada com o tema (serial killer, é claro). Ainda vou fazer a resenha do livro, mas já adianto que a trama é muito boa e os personagens bem marcantes. Li no Skoob que é uma série, e não vejo a hora de ler os outros livros!!

Bem, é isso! Essa resposta encerra a minha participação no Meme, que esse ano teve um gosto todo especial para mim, pois fez com que eu voltasse a escrever no meu blog, que estava praticamente abandonado.

Parabéns a todos pela participação e obrigada a Tábata pela organização do Meme. E que venha o de 2012!!!

domingo, 30 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 30

Dia 30 - Qual foi o último livro que você comprou? Fale sobre ele.


Minha última compra de livros foi composta por 4 obras e foi bastante diversificada, eu diria até que um tanto eclética. Foi feita pelo submarino (minha relação com o submarino é de eterno amor e ódio - já tive vários problemas com o site, mas ele tem os melhores preços), aproveitando um promoção de desconto progressivo. Os itens comprados foram os seguintes:

As mil e uma horas de Asterix - Como eu disse antes, cresci lendo as aventuras de Asterix. Recentemente, decidi refazer a minha coleção dos quadrinhos, já que a que eu tinha na infância foi totalmente destruída. Sempre que compro alguma coisa na net, aproveito para acrescentar um dos livros, já que são tão baratinhos...

Comer bem - Receitas de Dona Benta - Eu adoro cozinhar e não tinha nenhum livro de receitas decente em casa. Aproveitei a promoção. O legal do livro é que além de receitas, ele traz várias dicas de ingredientes, corte de carnes, temperos, etc... Adorei minha aquisição!!

Eu sou o número quatro - Desde o lançamento que eu namoro esse livro, só que ainda não tinha comprado. Foi para a pilha dos livros a serem lidos, o que pretendo fazer em breve. Não sei se vai dar tempo de ser este ano, pois estou iniciando agora a leitura de Os três mosqueteiros, de Alexandre Dumas, que é enorme... Ah, e também não vi o filme, esperando para ler o livro antes.

1001 livros para ler antes de morrer - É claro que eu não pretendo ler os 1001 livros, assim como também não pretendo ler essa obra de uma única vez. É um livro de consulta. Comprei porque gostei bastante de 1001 filmes para ver antes de morrer, que eu também tenho.

Seriados - E.R.



Desde que eu comecei a rever E.R. fiquei me perguntando como seria o meu post sobre a série aqui no blog. Afinal de contas, é difícil falar de um seriado que ficou no ar por 15 anos e que teve inúmeros personagens em seu elenco, muitos dos quais marcantes. Uma coisa sempre me chamou atenção no seriado, a quantidade de personagens que morreram ao longo dos seus 15 anos de exibição. Por isso, meu post sobre E.R. será dedicado a eles.

Dennis Gant (episódio 3.11 – Night shift)
Foi a primeira morte de um personagem do elenco da série. Dennis era um interno de cirurgia e costumava trabalhar com Carter. Ele andava meio depressivo com o seu desempenho e as fortes críticas que sofria de Benton. Em uma noite tranqüila, um desconhecido chega à emergência após ter caído/se jogado na frente do trem. Seu rosto está irreconhecível e a equipe do County só se dá conta que é Gant quando o Pager dele começa a apitar, e o número que aparece é o da sala de trauma.
Lembro que fiquei chocada quando vi esse episódio pela primeira vez, jamais imaginei que pudesse ser ele... Apesar das investigações da polícia terem apontado para um acidente, pairou uma dúvida se ele se matou ou não... (eu acho que sim).

Lucy Knight (episódio 6.14 – All in the family)
Lucy foi uma estudante de medicina que atormentou a vida de Carter. Teimosa, falante e cheia de vontades, ela não dava sossego ao médico. Ela e Carter foram atacados por um paciente na emergência e, embora Carter tenha conseguido se salvar, Lucy acabou falecendo, o que deixou o hospital todo devastado.
Uma personagem carismática, que às vezes era irritante, mas isso fazia parte do seu charme... Senti bastante a morte da personagem.

Mark Greene (episódios 8.20 – The letter e 8.21 – On the beach)
Sem dúvida a morte mais sentida e mais marcante de toda a série. Mark Greene estava no seriado desde o episódio piloto e era um dos personagens mais queridos. A sua morte foi “anunciada” bem antes, enquanto o personagem lutava contra um tumor no cérebro. Um dos momentos mais emocionantes da série foi quando Carter leu a carta enviada por ele a todos da emergência. Sempre me emociono quando vejo esses dois episódios...

Robert Romano (episódio 10.08 – Freefall)
Romano era intragável, isso não há dúvida. Mas seu personagem não merecia um fim tão drástico. Primeiro, ele perdeu o braço na hélice de um helicóptero depois morreu na queda de outro helicóptero (pasmem). Ele, definitivamente, não se dava bem com helicópteros.
O personagem era a arrogância em pessoa, mas mesmo assim era um tanto carismático. Ele tinha seus momentos, principalmente quando estava com Corday...

Michael Gallant (episódio 12.21 – The Gallant hero and the tragic Victor)
Gallant está no Iraque, se deslocando em um caminhão quando ele simplesmente explode (fiquei sem reação na hora – tive que voltar a cena várias vezes para poder acreditar). Ele está falando em Neela e, de repente, bum!!! Vai tudo pelos ares. Mais uma morte que me chocou!!!
Eu gostava bastante do personagem, apesar de não entender suas razões para querer voltar para a guerra após o casamento com Neela. Seu jeito calmo me cativou desde o primeiro momento, diferente do que aconteceu com Pratt, que era muito arrogante e demorou bastante para “subir” em meu conceito... E por falar em Pratt...

Greg Pratt (episódio 15.01 – Life after death)
Quando a ambulância explodiu no final da temporada 14, a primeira coisa que eu pensei foi: pronto, vai morrer mais alguém, só espero que não seja Sam. Mas eu também acabei sentindo a morte de Pratt. O personagem cresceu bastante ao longo dos anos na série, amadureceu e acabou conquistando seu espaço. O final dele foi bastante digno e emocionante...

A temporada final da série, como um todo, foi muito boa. Foi emocionante ver os personagens antigos e os novos contracenando, ver os reencontros, as despedidas... O episódio final é digno de lágrimas e a última frase, dita por Carter, me emocionou de verdade... Dr. Greene, are you coming?

ER acabou totalmente diferente do que começou. Depois da 10ª temporada, o seriado foi perdendo o ritmo, o brilho, mas conseguiu se reerguer no final e acabar de uma maneira muito digna. Eu havia assistido até a 10ª temporada, mas as 5 últimas vi pela primeira vez durante essa (longa) maratona. Definitivamente valeu a pena...

Espero que o post não tenha ficado muito sórdido com tantas mortes... hehehe Mas foi uma forma diferente de falar sobre a série. Tentei escolher meu personagem favorito, mas não consigo... São tantos. Mas quando pensei no personagem que eu menos gostei, um nome veio me veio imediatamente à mente, e olhem que ele nem era do elenco principal. Quem lembra de Al Boulet, marido de Jeanie, que passou HIV para ela e só fazia besteira quando aparecia... Gente, ele realmente conseguia me irritar!!!

sábado, 29 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 29

Dia 29 - Quantos livros em média você costuma comprar por mês? Você costuma comprar livros em sebos, ou prefere as livrarias? Compra muito pela internet?


É difícil precisar quantos livros compro por mês, pois isso varia muito. Posso comprar 10 ou nenhum... Posso comprar em livrarias ou pela net. Isso depende muito. Mas o fato é que eu compro bastante, e se eu tivesse que fazer uma média, diria que uns 3 ou 4 livros por mês.

Eu sou rato de livraria. Adoro passar horas e horas olhando os lançamentos, as novidades, folheando os livros. Não tenho o hábito de ler em livrarias, no máximo a orelha ou a contra capa do livro. Mas olhar, pegar, namorar, isso eu faço bastante... Se eu compro ou não, depende do meu humor. Tanto posso comprar na hora (mesmo pagando um pouco a mais por isso), como posso esperar, chegar em casa e pedir pela net. Não tenho uma regra específica.

Quanto a sebos, quando eu morava em Brasília frequentava bastante o Sebinho, mas aqui em Natal não sei onde tem sebos, principalmente um bom. Por isso, acabo optando por livrarias e internet mesmo.

Dualidade confusa


Longe de você sou liberdade
Perto de você sou felicidade

Longe de você sou pensamento
Perto de você sou sentimento

Longe de você sou nostalgia
Perto de você sou alegria

Longe de você sou razão
Perto de você sou furacão

Longe de você sou dura
Perto de você sou ternura

Longe de você sou poesia
Perto de você sou melodia

Longe de você sou emoção
Perto de você sou confusão

Longe de você sou determinada
Perto de você sou apagada

Longe de você sou correnteza
Perto de você sou incerteza

Longe de você sou vibrante
Perto de você sou errante

Longe de você sou prática
Perto de você sou estática

Longe de você sou pior
Perto de você sou melhor

Longe de você sou melhor
Perto de você sou pior

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 28

Dia 28 - O que você faz quando encontra uma palavra que não conhece durante a leitura? Para para procurar no dicionário? Anota para procurar depois? Ou tenta deduzir seu significado pelo contexto?


Sinceramente, eu nunca parei para pensar no que faço em uma situação como essa. Acho que simplesmente continuo a leitura... Se der pra entender pelo contexto, ótimo. Se não der, paciência!! Mas, interromper a leitura para procurar no dicionário, nem a pau!! Anotar para procurar depois? Não adianta, pois vou acabar esquecendo de todo jeito... 

Quando o errado parece certo



Desde pequenos, aprendemos o conceito de certo e errado. Somos ensinados a fazer sempre o que é certo porque o errado... bem, é errado! Em casa, ainda crianças, nos dizem o tempo todo: não faça isso porque é errado. Na escola, a professora corrige a nossa prova com um C ou um E (pelo menos na minha época era assim).

Crescemos um pouco e, ainda na escola, surge uma nova figura, que vem abalar nossa estrutura e acabar com a teoria do certo e errado. É o meio certo (um C com um traço no meio – repito, pelo menos na minha época era assim). Como assim, meio certo? O que isso quer dizer? Eu acertei ou errei a resposta? Por que não meio errado? Pronto, lá se vão todos os nossos ensinamentos...

É claro que a base permanece (ajudar o próximo é certo; matar é errado), mas, à medida que vamos passando pelas fases da vida, nos deparamos cada vez mais com situações em que não há certo ou errado. Percebemos que nem todas as respostas da vida são lineares.

Inevitavelmente, chega um momento em que nos vemos diante de algo que nos faz parar para pensar, diante de duas escolhas. E, muitas vezes, desejamos fazer o que para nós parece certo, mas para a maioria é errado. E então, o que fazer quando o certo parece errado e, principalmente, o errado soa como certo?

Eu prefiro sempre seguir os meus instintos, sem me preocupar com o que os outros vão achar. Se a minha conduta não agradar a todos, paciência!! Mas, se eu achar que vale a pena, farei sim, mesmo que seja algo condenável aos olhos de alguns. Assim, pelo menos terei a certeza de que, entre erros e acertos, eu vivi...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 27

Dia 27 - Você costuma fazer anotações enquanto lê? Se sim, onde? A idéia de fazer anotações no próprio livro lhe assusta?


Bem, vamos por partes... Essa foi uma das primeiras vezes que eu li as respostas dos outros participantes do Meme antes de escrever a minha e confesso que fiquei com umas idéias bem interessantes...

Eu já tive várias fases... já fiz anotações no próprio livro, já fiz em cadernos ou folhas (que acabaram se perdendo, naturalmente) mas, hoje em dia, o que eu costumo fazer, é sublinhar as passagens interessantes no livro mesmo (pode ser a caneta ou a lápis, não me importo). 

Mas, como eu disse, fiquei interessada em voltar a usar o caderninho... quem sabe uma meta para 2012?!?!? Já estou bolando várias idéias na minha cabecinha fértil... hehehe

Mas aproveito o ensejo da resposta para compartilhar uma coisa muito interessante que eu fiz quando li Olhai os lírios do campo. Quando eu terminei de ler o primeiro capítulo, imediatamente me veio uma palavra à mente, que eu escrevi ao final do texto. Fiz isso em todos os capítulos, com a primeira palavra que eu pensava e que traduzia o que eu tinha achado do capítulo. Quando eu quiser relê-lo, além de apreciar a história novamente, vou poder comparar as minhas impressões...

O Meme literário de um mês - Dia 26

Dia 26 - Qual o maior (em número de páginas) livro que você já leu? Quanto tempo demorou? Fale sobre ele.




Isso já está ficando sem graça... hehehe Olha ele aí de novo, na minha resposta!! Quem? O conde de Monte Cristo, é claro!!! Provavelmente, foi o maior livro que li, em número de páginas, com aproximadamente 1.250. A edição que eu li 3 vezes (e que não é minha) foi essa aí da foto, composta por 3 volumes, mas estou louca pra comprar aquela outra que já mostrei em outros dias aqui no Meme.

Fiquei em dúvida se seria esse livro, O Senhor dos anéis ou As mil e uma noites o maior, mas fiquei com preguiça de procurar na net a quantidade exata de páginas de cada um. Considerem os outros o segundo e o terceiro colocados!!


A primeira vez que li, passei mais de um mês para terminar, mas não lembro exatamente quantos dias foram.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 25

Dia 25 - Tem algum livro que você tenha mais de uma edição do mesmo? Se sim, por que?

Não, isso nunca aconteceu comigo. O máximo que aconteceu foi eu já ter um livro e ganhar outro idêntico, mas aí é só trocar... 

Pensando melhor, é bem provável que lá em casa já tenha tido várias Bíblias, mas nenhuma delas era minha... Será que vale??

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 24

Dia 24 - Você lê um livro por vez ou gosta de alternar a leitura em dois ou mais livros?

Nossa, minhas respostas já estão ficando repetitivas... hehehe

Quando eu tinha tempo, gostava de ler mais de um livro ao mesmo tempo, chegava até a alternar a leitura de três obras (bons tempos). Mas, hoje em dia, graças a já mencionada várias vezes falta de tempo, tenho que me contentar em ler um livro de cada vez...

É claro que estou falando apenas de livros que leio por prazer, por diversão. Porque se for contar os de Direito, aí eu definitivamente estou sempre lendo mais de um!!

domingo, 23 de outubro de 2011

Filmes - Procurando Nemo

#8 do projeto 300 filmes para ver antes de morrer

Procurando Nemo (Finding Nemo)
Ano: 2003
Gênero: Animação
Direção: Andrew Stanton
Roteiro: Andrew Stanton
Elenco (vozes): Eric Bana, Albert Brooks, Willem Dafoe, Geoffrey Rush, Elizabeth Perkins, Erica Beck, Ellen DeGeneres, Brad Garrett, Alexander Gould, Barry Humphries, Allison Janney, Vicki Lewis, Austin Pendleton, John Ratzenberg, Stephen Root, Andrew Stanton, Erick Per Sullivan.

Em pleno domingão da preguiça e dando um tempo na maratona ER (já estou na última temporada), me deu vontade de ver um filme hoje à tarde. Queria alguma coisa bem leve, descontraída, nada que me fizesse pensar demais... Dei uma olhada nos filmes da lista do projeto, duvidando que fosse encontrar algo com essas características. Foi quando esbarrei com o título Procurando Nemo. Eu não estava procurando exatamente por uma animação para assistir hoje, mas quando vi, pensei: perfeito!!!

Saí em busca de uma versão legendada (nada consegue bater Ellen DeGeneres fazendo Dory e eu também adoro a vozinha do Nemo do original). Encontrei e fui à diversão. Se eu já tinha visto antes? É claro que sim, mas é o tipo do desenho que vale a pena ser visto e revisto várias vezes.

A história do peixe palhaço que atravessa o oceano em busca do seu filho é comovente, à sua maneira. Não chega a arrancar lágrimas ou grande suspiros (mais fácil arrancar boas risadas), mas é muito singela e agradável de se ver. Amor, amizade, família e outros valores são retratados de forma ímpar, torna ver a animação uma excelente experiência, seja você adulto ou criança.

Talvez em termos de tecnologia o longa já tenha sido superado por animações mais recentes, mas há coisas que tecnologia nenhuma consegue superar, como Dory falando baleiês, enquanto uma enorme baleia se aproxima por trás. Diversão garantida!!!

O Meme literário de um mês - Dia 23

Dia 23 - Você costuma ler e-books? Ou prefere o bom e velho livro em papel? Por que?


Eu não tenho um leitor de livros digital, por isso quando leio e-books é no notebook mesmo. Não vou dizer que adoro, mas realmente não me incomoda. Leio numa boa, sem problemas. Mas, se eu puder escolher, prefiro o bom e velho livro de papel. Por quê? Porque apertar page down não é o mesmo que virar as páginas de um livro. Porque com o e-book não posso sentir a textura das folhas, sentir o livro afinando a medida que a leitura se desenvolve e o final se aproxima. Porque com o e-book não posso passar as folhas rapidamente e ver o quanto ainda falta para o término. Acho que por mais desenvolvida que a tecnologia esteja, nada é capaz de superar o prazer de ler um livro de papel, de passar as páginas, de sentir o livro em suas próprias mãos...

Fotos - Um dia em Recife

Outro dia precisei ir a Recife fazer umas comprinhas para a minha casa. Aproveitei para conhecer o Instituto Ricardo Brennand, lugar muito bonito que vale a pena ser visitado. Passei uma tarde bastante agradável e, é claro, aproveitei para tirar várias fotos...



















sábado, 22 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 22

Dia 22 - Cite um ou dois livros com títulos que você acha interessante. Você costuma escolher livros pelo título?



Eu meio que já respondi à pergunta de hoje no dia 16, quando citei os livros A mulher do viajante no tempo e Um hotel na esquina do tempo, dois títulos de livros que me chamaram a atenção e que eu acho fortes e poéticos. Mas, para não deixar o dia de hoje totalmente sem resposta, dei uma olhada na minha estante para escolher outro título que eu gosto (apenas escolhi entre os títulos que eu tenho - preguiça de procurar na net). O que me chamou atenção foi Eu sou Deus, de Giorgio Faletti. Meio presunçoso, não? Eu gostei muito, mas muito mesmo do primeiro livro do autor, Eu mato. Esse ainda não li, está aqui na estante, esperando uma oportunidade, junto com tantos outros...


Respondendo à outra parte da pergunta, sim, eu escolho livros pelo título. É um dos fatores que me levam a escolher uma obra. Mesmo que eu não conheça o autor, não conheça o enredo, se eu gostar do título... já era! Entrou para a lista dos livros a serem lidos. Foi exatamente o que aconteceu com o já citado Um hotel na esquina do tempo.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 21

Dia 21 - Quanto tempo em média você demora para ler um livro?


Bem, acho que as respostas de hoje vão ser todas mais ou menos parecidas... Depende. Vários fatores devem ser levados em conta. Quanto tempo livre eu tenho, quantas páginas tem o livro, o assunto, o quão envolvente é a história, se tenho muita coisa pra fazer do trabalho, algum prazo para cumprir, se é fim de semana ou dia da semana, se estou em dia com os estudos, se estou de férias... hehehe as possibilidades são inúmeras.

Como já disse várias vezes, antes eu tinha mais tempo livre para ler. Hoje em dia o tempo é bastante escasso. Ano passado, eu chegava a ler três livros em uma semana, o que dá um livro em dois ou três dias. 

Mas agora as coisas estão diferentes e levo pelo menos duas semanas para ler um livro, por total falta de tempo...

O Meme literário de um mês - Dia 20

Dia 20 - Você gosta de poesia? Qual o seu poeta ou poema favorito?

Gente, hoje eu não tenho muito a falar na resposta. Não é que eu não goste de poesia, mas é que eu simplesmente não me interesso pelo assunto. De vez em quando (ou melhor, de vez em nunca) eu até leio, mas acho bonitinho e pronto! Não tenho um poema ou poeta favorito! 

Péssima resposta, mas é a verdade.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 19

Dia 19 - Qual é o livro que você leu, gostou e recomenda para todo mundo ler também?



Vou escolher dois livros hoje, por razões bem diferentes. Ambos eu já citei neste Meme e gosto muito dos dois. O primeiro deles é O dia do curinga, de Jostei Gaarder, que eu já afirmei em diversas ocasiões ser meu livro favorito. A história da ilha mágica me encanta, a mensagem é bonita, a leitura é envolvente... só tem coisas boas a obra!!!


O Outro livro é um clássico, O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas. Esse livro exerce um verdadeiro fascínio sobre mim, uma coisa que eu mal sei explicar. Sou completamente apaixonada. Não me canso de lê-lo. Uma leitura, na minha opinião, obrigatória para todos!!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 18

Dia 18 - Você lê livros que não são para sua idade? Como livros infanto-juvenis ou YA para quem é adulto, ou livros adultos para quem é adolescente.

Já li mais livros infanto-juvenis, mas gosto muito. Hoje, como eu já disse antes, como meu tempo de leitura é menos, estou selecionando mais minhas leituras, mas tem alguns que eu não consigo deixar de lado, como os de Asterix e Obelix. Cresci com essa coleção e simplesmente não consigo resistir...

Já com os YA (young adult) também acontece o mesmo... Tenho lido menos, o que não significa que se eu encontrar um título que me interesse não irei ler. Meu eu criança e adolescente ainda vive dentro de mim, e ele também gosta de ler!!!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 17

Dia 17 - Cite um livro que você achou que iria gostar e acabou não gostando. Fale sobre ele.

Bem, essa pergunta é um tanto capciosa, pois sempre que inicio a leitura de um livro o faço achando que vou gostar da obra. Do contrário, pra que ler? hehehe Mas, como eu disse ontem, tem alguns temas que despertam mais o meu interesse em livros do que outros. Adoro livros do tipo conspiração, bem no estilo Dan Brown. Sociedades secretas, lendas, tesouros perdidos, descobertas que podem mudar o mundo me empolgam.

Assim como ontem, hoje também vou citar dois livros que me decepcionaram. O primeiro deles é O enigma do quatro, de Ian Caldwell e Dustin Thomason. Li no final de 2010 e a resenha completa pode ser encontrada aqui.


Por que eu não gostei? Porque o livro é muito ruim, simples assim. O tema é muito interessante, um grupo de amigos que se vê diante de uma trama de assassinatos enquanto um deles pesquisa um livro antigo e valioso, cuja identidade do autor é um grande mistério. O problema está na narrativa, confusa demais. E o final deixa bastante a desejar...

O outro escolhido é Atlantis, de David Gibbins, sobre o qual também já falei no blog (veja aqui). O grande problema dessa obra é a falta de enredo. O livro se perde em descrições intermináveis de cenários e discussões entre os personagens sobre fatos históricos. Muito chato! Falta história, falta trama, falta ação...


domingo, 16 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 16

Dia 16 - Cite um livro que você achou que não iria gostar e acabou gostando. Fale sobre ele

Bem, hoje eu não vou citar apenas um, mas dois livros que comecei a ler sem estar muito empolgada, mas acabei adorando!! São eles: A mulher do viajante no tempo, de Audrey Niffenegger e Um hotel na esquina do tempo, de Jamie Ford.



Primeiro adorei o título de ambas as obras, que acho fortes e um tanto poéticos. Soam bem. A razão pela qual eu não comecei a leitura de ambos empolgada é basicamente a mesma. São livros diferentes dos que eu costumo ler. Não sou grande leitora de romances, prefiro mais livros de aventura, de serial killers, de júris, de grandes conspirações. Mas as histórias, cada uma a sua maneira acabaram me conquistando e me proporcionando momentos de grande deleite!

sábado, 15 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 15

Dia 15 - qual é o seu vilão literário favorito? Por que?


Primeiro eu pensei em Voldemort. Mas ele é apenas um vilão e eu jamais consegui gostar dele. Depois pensei em Moby Dick, mas fiquei me perguntando se uma baleia pode ser considerada uma vilã. Depois passaram pela minha cabeça alguns monstros, como Drácula e Frankstein. Acabei me lembrando de Dexter, mas ele não é propriamente um vilão, afinal, matar serial killers não é tão ruim assim... Foi quando me lembrei do personagem perfeito para a resposta de hoje.

Ele não tem chifres, sua única arma é uma espada, mas é um verdadeiro vilão... sacaneou o melhor amigo, casou com a amada dele, criou seu filho, roubou sua vida... Estou falando, é claro, de Fernand Mondego, melhor amigo de  Edmond Dantés em O conde de Monte Cristo. Mas por que ele é o meu favorito? Porque ele fez tudo isso sim, é verdade, mas, acima de tudo, fez com classe e elegância. Eu sempre torço pra ele se dar mal (mesmo já sabendo que vai), mas mesmo assim gosto do cara!!!

Filmes - Brilho eterno de uma mente sem lembranças

#7 do projeto 300 filmes para ver antes de morrer

Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal sunshine of a spotless mind)
Ano: 2004
Gênero: Drama
Direção: Michel gondry
Roteiro: Charlie Kaufman
Elenco: Jim Carrey, Kate Winslet, Elijah Wood, Mark Ruffalo, Tom Wilkinson, Thomas Jay Ryan, David Cross, Ryan Whitney, Deirdre O'Connell, Gerry Robert Byrne, Jane Adams, Kirsten Dunt, Debbon Ayer

Eu disse que iria retomar o projeto, não disse? Por enquanto estou vendo os filmes da lista que tenho em casa, depois a busca vai ser mais complicada pelos que eu não tenho, especialmente os mais antigos, já que locadora é uma coisa praticamente em extinção... Mas vamos ao filme:

Encantadoramente estranho ou estranhamente encantador??? Eu fico com ambas as alternativas. A verdade é que eu gostei bastante desse filme quando o vi pela primeira vez, lá em 2004. Achei o roteiro fantástico, bastante ousado. Agora, revendo-o depois de algum tempo, confirmei o que achei antes, só com um detalhe. Eu tinha esquecido como o filme é bom!!!

Esse é o tipo do filme que não adianta a pessoa colocar uma sinopse, visto que ela jamais ira dar ao leitor uma real idéia do que de fato é a obra. Mas, se você por acaso ainda não viu e quiser saber do que se trata é mais ou menos assim:

Joel e Clementine são um casal pouco convencional. Ela, extrovertida e impulsiva, pinta os cabelos de cores absurdas, como azul e laranja. Ele, uma pessoa que seria considerada por muitos "sem graça", vive uma vidinha normal, rotineira. 

Clementine passa a ignorar totalmente Joel, que descobre que ela procurou uma empresa para apagá-lo de sua memória. Para se vingar, ele decide fazer o mesmo e procura a tal empresa também. Durante o processo, ele passa a reviver suas lembranças ao lado de Clementine e se arrepende de sua decisão. Passa, então, a travar uma verdadeira batalha com o computador responsável por apagar as imagens, tentando de todas as formas salvá-las.

A maior parte do filme se passa dentro da cabeça de Joel e não acontece em uma ordem cronológica, razão pela qual o filme é meio estranho. Há momentos, inclusive, em que o espectador acha que o filme não faz o menor sentido! Mas tenha paciência, que tudo se resolve no final...

O final do filme é surpreendente, foge totalmente do esperado e do convencional! Adorei e confesso que não me lembrava com detalhes. O roteiro, que lembra um pouco Amnésia é muito, mas muito bom!!! As atuações são impecáveis. Kate Winslet rouba totalmente a cena e Jim Carrey, bem é Jim Carrey. Aliás, eu gosto muito mais dele fazendo papéis sérios do que fazendo caretas. Elijah Wood e Mark Rufallo estão bem, mas não se destacam tanto, especialmente diante da dupla protagonista.

Um filme que realmente valeu a pena ser revisto!!!

"Abençoados sejam os esquecidos, pois tiram o melhor de seus equívicos" (frase de Nietzsche, citada umas duas ou três vezes no filme)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O Meme literário de um mês - Dia 14

Dia 14 - Se você pudesse fazer uma pergunta para o seu escritor preferido (vivo ou morto), qual seria o escritor e qual seria a pergunta?



Ele não é exatamente o meu escritor preferido, mas é um dos preferidos, digamos assim... Mas eu realmente gostaria de saber de Saramago por que ele escrevia parágrafos tão gigantescos. Qual o problema em escrever parágrafos do tamanho normal???

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Das pessoas que tem a capacidade de me irritar


Eu fico irritada muito facilmente. Isso é fato. Não estou dizendo que é uma coisa boa, mas é uma característica minha e, por mais que eu tente, não consigo mudar. Várias coisas e pessoas me irritam, mas tem um tipinho que consegue, particularmente, de deixar uma pilha de nervos: os aproveitadores. E, para minha infelicidade, estou tendo que conviver diariamente com um assim no trabalho.

Sabe aquela pessoa que fala muito mas que não faz nada? E, ainda por cima, quando faz, faz tudo errado? Sabe aquele tipo que acha que sabe tudo, aí quando você vai explicar uma coisa não escuta o que você diz e acaba fazendo errado? Pois é, isso me deixa louca!!!!

O tal sujeitinho some o dia inteiro, quando está no trabalho fica resolvendo assuntos pessoais, se mete em tudo, fica dando idéias que só acabam dando errado e gerando mais trabalho no final... estresse total... O pior é que eu não estou conseguindo mais disfarçar que essa situação está me tirando do sério. E ele, naturalmente, já notou que eu não gosto dele nem um pouco. Só de ouvir a voz dele eu já me irrito.

O pior, ou melhor, o melhor, é que eu amo meu trabalho. De verdade. Já disse isso antes. E antes dele entrar lá tudo era uma maravilha, só que agora está deixando de ser... Eu tento ignorar, tento cuidar da minha vida, mas não dá!! Porque cada vez que ele some, significa que alguém vai ter que fazer o que ele não fez, ou seja, significa, ainda que indiretamente, mais trabalho e mais estresse para mim.

Isso ta me lembrando quando eu dividia meu apartamento com uma garota e a situação ficou insustentável. Só de ouvir o alarme do carro dela eu já me irritava, porque ela estava chegando para acabar com minha paz, com meu sossego.

Chegou ao ponto que só deu para uma das duas continuar... onde ela está morando, eu não sei, mas eu estou no mesmo lugar!!!

Apenas um desabafo...

O meme literário de um mês - dia 13

Dia 13 - Se você pudesse trocar de lugar com um personagem de um livro, qual seria? Que história dessa personagem você gostaria de viver?


Bem, o primeiro nome que me veio à mente foi Becky Bloom, naturalmente. Mas se eu colocasse a personagem novamente vocês iam dizer que eu não tenho criatividade... Depois pensei em Hermione, mas eu já tinha colocado Hogwarts na resposta de ontem... Foi quando me lembrei de Hans, o marinheiro que naufragou na Ilha Mágica habitada por cartas de baralho... Apesar de ele só ter passado basicamente um dia na ilha, foi uma aventura e tanto, que eu adoraria viver, em meio a criaturas, seres e gostos totalmente novos... e seria maravilhoso poder experimentar um pouco da bebida púrpura!!!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brinquedos que marcaram a minha infância #5

Eu disse no primeiro dia que os brinquedos não estavam em ordem de preferência, mas acabei, meio que de propósito, deixando os dois mais especiais para o final. Porque esses, definitivamente, marcaram muito a minha infância...

9 - Genius



Lembro que eu fui uma das primeiras da minha turma a ganhar um genius e todo mundo queria brincar... E eu sempre fui muito apegada às minhas coisas, desde pequena, o que acabou sendo um problema para mim... porque brincar com meu genius, só eu participasse também. Um brinquedo relativamente simples, mas uma idéia, de fato, genial!!


10 - Lego


Lego, sem dúvida alguma, foi o brinquedo que mais marcou a minha infância. A minha cara. Eu adorava montar. Esse aí, do aeroporto, foi um dos muitos que tive. Tive também bombeiro, castelo, navio pirata e muitos outros... Como eu gostava muito de brincar sozinha (sempre fui meio abusada) era o passatempo ideal para mim. E eu gostava também de misturar as peças e inventar coisas diferentes. Acho que foi a partir do lego que desenvolvi meu gosto por montar quebra cabeças (mas esse aí já é um brinquedo de gente grande, por isso que não entrou na lista).

Bem gente, é isso, esses foram os brinquedos que mais marcaram a minha infância... Adorei fazer esses posts, pois foi uma verdadeira volta ao tempo. Quem sabe, para o ano que vem, a lista dos livros que marcaram a minha infância, ou dos desenhos, ou das músicas... sei lá! Quando chegar mais perto eu penso nisso!!!


O Meme literário de um mês - Dia 12

Dia 12 - Se você pudesse escolher um lugar/mundo que só existe nos livros, qual seria? Por que?


Assim que eu li a pergunta de hoje do Meme, um nome veio imediatamente à minha cabeça: Hogwarts!!! Mas depois eu parei para pensar, nossa, acho que todo mundo vai colocar Hogwarts na resposta de hoje, pense em outro lugar, algo diferente... E, de repente, comecei a lembrar de outros lugares e mundos que eu gostaria de conhecer... Nárnia, a Terra Média, Avalon. Mas não adiantou... Por mais que eu tentasse me ver nesses lugares, eu não conseguia deixar de pensar em como seria bom andar pelo castelo à noite, escondida sob a capa da invisibilidade. Como seria deliciosa uma visita à Dedos de Mel, em Hogsmeade. Como seria interessante subir à torre de astronomia para apreciar o céu e as estrelas... 

Foi quando pensei mais uma vez: Ah, dane-se que eu seja igual a todos, eu queria mesmo era ir para Hogwarts!!! Por que? Porque a danada da J. K. Rowling criou um mundo tão mágico que é impossível não querer ir para lá. Porque é impossível a pessoa ter lido Harry Potter (ou pelo menos visto os filmes) e não ter ficado com uma pontinha de inveja dos personagens, por viverem naquele castelo mágico e encantador... Por uma visita a Hogwarts eu encarava até Voldemort e os Comensais da Morte!!! rsrsrs

Ah, e nada melhor do que dar essa resposta em pleno dia das crianças!!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Brinquedos que marcaram a minha infância #4

Continuando com a brincadeira, para o dia de hoje escolhi brinquedos de "movimento", que não me deixavam ficar quieta e gastavam muita energia. São eles:

7 - Patins


O meu era exatamente esse aí, de botinha branca com duas rodinhas na frente e duas atrás. Não peguei os com as quatro rodinhas no centro, pelo menos não quando criança. E quando tentei andar neles depois de adulta, foi um desastre total!! Mas as botinhas eu adorava! A calçada lá de casa era no início de uma ladeira. Perdi as contas de quantas vezes desci a calçada (irritando minha mãe, pois arranhhava o piso) e, principalmente, perdi as contas de quantas quedas eu levei!! Recordar é viver...

8 - Pogobol


O meu era igual ao da foto, laranja com amarelo. Já minha irmã tinha o verde com roxo. Eu passava horas pulando em cima dessa "bolinha". Até dentro da piscina a gente colocava e tentava pular... 

O Meme literário de um mês - Dia 11

Dia 11 - Cite um livro que faz você rir. Fale um pouco sobre ele.


Lá vou eu citar a coleção de Becky Bloom novamente. Não tem jeito, acho que não tem um único Meme do qual eu participe que os livros ou a personagem não apareçam. Mas o que eu posso fazer? É um verdadeiro caso de amor. Eu simplesmente adoro, não tenho como negar. As confusões em que ela se mete são incríveis e o melhor de tudo é como ela sempre dá um jeito de se safar no final. Sempre com muito bom humor e com uma pitada de perspicácia e de sorte também. E que venham outros títulos, pois eu vou continuar lendo e, com certeza, adorando!!!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Seu olhar


Gosto de me perder no seu olhar. Da ausência de tempo que faz mais devagar cada segundo passar. Gosto de conversar com seu olhar. Dizer com os meus olhos os sentimentos que minha boca não tem coragem de expressar. Gosto de apreciar seu olhar. Meio de lado, quase fechado, querendo me conquistar. Gosto de me encontrar no seu olhar. Pois quando ele me olha há química, sai faísca, não há como negar.

Brinquedos que marcaram a minha infância #3

Bem, como eu sei que não vou ter tempo de fazer isso à noite (pelo menos não antes da meia noite) e como estou empolgada com meu blog novamente, segue o terceiro post seguido, dando continuidade aos brinquedos da minha infância.

5 - Pular elástico



Esse é o mais barato de todos da lista. Na verdade, não é nem um brinquedo propriamente dito, e sim uma brincadeira, mas uma que eu adorava e que era craque. Até hoje fico impressionada como eu conseguia pular tão alto.. rsrsrs. Eu gostava tanto que, quando estava sozinha em casa, sem outras pessoas para brincar comigo, eu colocava o elástico em dois bancos altos que tinha no terraço e ficava pulando sozinha, treinando para não fazer feio no colégio... Ah, como é bom ser criança, a vida é tão mais simples...


6 - Detetive



Na verdade, eu sempre gostei de vários jogos de tabuleiro (e gosto até hoje), mas escolhi o detetive para representar todos eles, por ser um dos meus favoritos (acho até que era o favorito mesmo). Eu não perdia uma, fosse com o Coronel Mostarda, Dona Branca, Dona Violeta, Professor Black, Sr. Marinho ou Srta. Rosa.