sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lista ilustrada das pequenas coisas que me fazem feliz #23 e #24

Beatriz e Maria Luíza








Eu sei que já coloquei minha família em outro item da lista, mas essas duas, sem dúvida, merecem um lugar próprio cada. São minhas sobrinhas e a mais velha, também afilhada. Meu amor por cada uma delas é único e cada uma, a sua maneira, tem um lugar especial em meu coração.


Beatriz, a mais velha, minha magrela, consegue preencher qualquer lugar onde ela chega com sua inteligência e seu jeito meio elétrico de ser. Mimada, cheia de manias e de vontades, ela consegue tudo o que quer da dinda aqui.


Já Maria Luíza encanta pela sua meiguice. Um doce de criança. Às vezes é o oposto da irmã: calma, serena... Mas não menos inteligente e não menos especial.


Ambas e cada uma delas, definitivamente, me fazem muito feliz!!!

sábado, 2 de julho de 2011

Minha vida é andar por este Estado #7

Ok, sei que ando bastante ocupada, mas não é por isso que vou deixar o blog morrer de vez, nem perder meus poucos seguidores. Seguem algumas fotos da minha última viagem, para Areia Branca, município famoso no RN pela produção de sal. Na verdade são poucas fotos, pois foi uma semana bastante corrida. Mas, mesmo assim, não tive como deixar de retratar pelo menos uma bela paisagem... 





Outro dia eu coloquei uma foto de uma comanda de um restaurante, também em uma viagem, do que até então havia sido o almoço mais barato da minha vida. Mas, nesse dia, eu consegui me superar... Esse foi o almoço mais barato da minha vida, e eu duvido que algum dia consiga comer mais barato do que isso!!! hehehe


terça-feira, 21 de junho de 2011

Mudanças...



Eu mal comecei a escrever este post e já não gosto dele... Não gosto das palavras que terei que digitar mas que, depois de proteladas por algum tempo, são necessárias. Não, ainda não é o fim do blog, mas é o fim do blog como vocês o conheceram. Estou oficialmente desistindo do Desafio Literário e de todos os outros projetos que atualmente estão em andamento por aqui. Pois é, quem me conhece sabe que eu, neste exato momento, estou me odiando por fazer isso, mas já vinha me odiando há algum tempo, por fazer as coisas pela metade, por deixar as coisas incompletas. Eu não sou assim.

Eu poderia culpar a falta de tempo. De fato, a falta de tempo contribuiu bastante para essa decisão. Eu não tenho me dedicado ao blog como ele merece e sim, é porque meus dias estão bastante corridos. Mas esse não é o principal motivo. A verdade é que eu mudei nos últimos meses, que minha vida mudou.

Não é que eu tenha deixado de fazer as coisas que sempre fiz e comentei por aqui, mas é que minhas prioridades mudaram. Meu trabalho mudou, e ele me consome bem mais do que o anterior. Não que eu esteja reclamando, pelo contrário, já disse inúmeras vezes por aqui o quão feliz ele me faz, o quão realizada me sinto todos os dias, ao acordar às 5:45 da manhã para ir trabalhar. 

E foi justamente esse novo trabalho que fez algo mudar dentro de mim e que despertou em mim uma necessidade de fazer algo a mais com relação ao meu futuro. Recentemente eu voltei a estudar, estou me preparando para um concurso público específico, e é a ele que eu quero dedicar o meu tempo livre. Se eu vou obter êxito, obviamente não tenho como dizer agora, mas quero tentar sabendo que eu dei o melhor de mim. E isso requer muito estudo e dedicação. Continuarei gastando as minhas horas na companhia de muitos livros, só que outros livros.. É claro que de vez em quando ainda vou ler algo para desopilar e que essas leituras ainda serão registradas aqui.

É claro que continuarei vendo filmes, em menor quantidade, mas continuarei. E sempre que eu vir algum interessante, venho aqui e conto pra vocês. É claro que continuarei escrevendo, e sempre que achar que algum texto vale a pena, compartilharei com vocês. Mas tenho certeza que não será como antes.

Só uma coisa eu sei que será exatamente como antes: as viagens do trabalho que, aliás, estão aumentando cada vez mais! (mais uma razão para eu ter menos tempo livre). Talvez as fotos não venham com a mesma frequência, mas elas ainda aparecerão por aqui.

O que eu não posso, no momento, é assumir compromissos diários, semanais ou até mesmo mensais. O que eu não posso, agora, é me obrigar a ler determinados livros apenas para cumprir uma meta e deixar de lado aqueles que eu realmente quero ler...

O que virá pela frente eu ainda não sei. Como serão as postagens, com que frequência elas ocorrerão eu ainda não posso precisar. Mas sei também que este não é um post de adeus, pois o blog continua sendo o meu cantinho...

sábado, 4 de junho de 2011

Lista ilustrada das pequenas coisas que me fazem feliz #22

Conhecer novas pessoas




É sempre bom conhecer novas pessoas, fazer novas amizades, ampliar nossos horizontes, trocar experiências... Alguém famoso já disse que o homem não é uma ilha e o inesquecível Tom Jobim arrematou dizendo que é impossível ser feliz sozinho.E estão ambos certos.  Não dá para viver sozinho nesse mundão... hehehe Quanto mais companhia, melhor.

Esse grupo é o pessoal do meu trabalho. São pessoas com as quais convivo diariamente e, entre muito trabalho, algum bate papo e muitas saídas juntos para almoçar, começou a se formar um belo vínculo entre nós. E o que começou como coleguismo, está se transformando em amizade verdadeira. As saídas para o almoço começaram a render planos para outros tipos de saída, outros encontros. E agora até viagens já estão sendo planejadas!! Isso sem falar que já temos até nome e marca registrada!!! hehehe

Nem todos estão presentes na foto (sempre alguém leva falta nesses encontros), mas dá para registrar o fato de que conhecer pessoas é sempre bom, como eu disse, e é mais uma pequena coisa que me faz feliz!!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Seriados - The O.C.


Ok, até agora eu não consigo entender porque eu gostei tanto desse seriado, mas a verdade é que simplesmente gostei. Na verdade, algumas coisas na série me irritam profundamente, e outras eu simplesmente adoro. Mas, juntando tudo, no final, acho que as coisas da qual gostei superaram as que não gostei. Mas antes de entrar nesses detalhes, alguns dados da série.

The O.C. durou quatro temporadas e foram exibidos 92 episódios. O episódio piloto foi exibido em 04 de agosto de 2003, e o series finale em 21 de fevereiro de 2007. A trama gira em torno da família Cohen, que vive no rico condado de Orange County, na Califórnia, e acaba adotando Ryan, um garoto pobre de um subúrbio não muito distante.

Sandy Cohen é o chefe da família. Um defensor público idealista, casado com Kirsten, uma empresária filha do maior magnata local. São os pais de Seth, um garoto nerd e sem amigos que é apaixonado desde sempre por Summer Roberts, que no início da série nada mais é do que uma patricinha fútil. 

Summer é a melhor amiga de Marissa, a protagonista da série, filha de Julie e Jimmy Cooper, vizinho dos Cohen. Jimmy é um analista financeiro que se mete em uma grande enrascada logo no início da série, levando sua família à falência. Julie é uma mulher manipuladora e interesseira, capaz de tudo para alcançar seus objetivos.

A série trata, principalmente, de família e da passagem da adolescência para a fase adulta dos jovens. só que a forma como esses temas muitas vezes são tratados é que irrita, às vezes. Os principais pontos negativos da série, a meu ver: (Contém spoilers)

* Marissa - Uma menina mimada que sempre teve tudo, mas que só faz besteira na vida e não sabe o que quer. Teve sua fase drogada, sua fase lésbica e acabou morta em um acidente causado por um marginal, seu namorado.
* A mania irritante de Ryan de querer resolver tudo na base da porrada - Jamais irrite o rapaz, pois, para ele, as coisas só se resolvem no murro. Ele bate em tudo e em todos. Nem o diretor da escola escapou...
* A mania irritante de Ryan de querer "salvar" todos - Ryan mais se parece um justiceiro. Ele quer resolver os problemas de todos ao seu redor e, muitas vezes, acaba deixando de lado os seus próprios problemas.
* Rebecca - Uma personagem totalmente dispensável, que só apareceu para atormentar a vida de Sandy. Aliás, eu não acreditei quando o vi beijando outra mulher...
* Os fracassos seguidos de Jimmy Cooper - O cara é um verdadeiro perdedor, não dá uma dentro...
* Tray - Um perdedor e invejoso, que quase destruiu a vida do irmão...
* Luke - Um playboy completamente sem noção, que também só faz besteira...

Principais pontos positivos da série:
* A família Cohen - Não é perfeita, mas tenta ao máximo ser. Adoro a política de portas abertas deles, e o fato de não deixarem de lado, jamais, a importância da família e do amor.
* Seth Cohen - o nerd mais legal de todos os tempos. Adoro o sacarmo do personagem e suas referências pop à música, ao cinema, à literatura e até mesmo a outros seriados.
* A evolução de Summer - No início da série, ela era uma patricinha sem noção, mas acabou se transformando em uma mulher forte e de princípios.
* O jeito manipulador de Julie Cooper - Ok, eu sei que aqui peguei meio pesado, e que às vezes é impossível não odiar Julie. Mas a verdade é que eu adoro o jeito manipulador dela, não tenho como negar.
* A garra e a evolução de Julie Cooper - Apesar dos defeitos antes apontados, não há como negar que Julie Cooper é uma sobrevivente. Ela saiu de um verdadeiro palácio para um trailer, passou por vários relacionamentos fracassados, perdeu a filha e, no final, ainda encontrou forças para dar a volta por cima e reconstruir a vida... Tiro meu chapéu para ela.
* O amor entre Marissa e o pai - Ok, eu não gosto muito dos personagens, mas a relação entre os dois é muito bonita, dentro dos defeitos de cada um.
* As festas de Newport - Sempre regadas a muita gente bonita e confusão...
* Taylor - Uma personagem secundária, que ganha mais destaque na última temporada, após a morte de Marissa. Ela é irritante, chata, metida a intelectual, fala demais... mas eu adoro!!! hehehe
* Oliver - Aqui eu sei que vou apanhar mas, não me perguntem porque, me identifiquei bastante com o personagem...
* A trilha sonora - músicas muito boas!!!

Como eu disse, os pontos positivos superaram os negativos. Mas a verdade é que eu gostei de assistir ao drama, e me diverti bastante, apesar dos pesares.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Livros - O livreiro de Cabul (DL 2011)

Desafio literário - mês de maio - livro 2




Desde que eu li O caçador de pipas e conheci um pouco mais da cultura afegã, esse livro entrou na minha lista de "livros para serem lidos". Entre uma coisa e outra, sempre acabei adiando a leitura, até que a oportunidade se apresentou com o Desafio literário.

Após a queda do regime Talibã, a jornalista Asne Seierstad foi para o Afeganistão para cobrir a guerra e lá acabou se instalando na casa de uma típica família afegã e dividindo com eles o cotidiano por aproximadamente 3 meses. O livro traz justamente o relato desses três meses, com o dia a dia da família, seus hábitos e suas várias histórias. Aliás, contar histórias parece ser uma coisa bem comum no Afeganistão. As pessoas, pelo que pude perceber com o pouco que já li, adoram, de uma forma geral, contar histórias.

A autora foca cada capítulo do livro em um "personagem", em um membro da família, o que eu achei bastante interessante, pois deu uma dinâmica legal à obra. Os relatos são, em sua maioria, cativantes e capazes de despertar a atenção para a cultura afegã, para os seus costumes. São capazes também de fazer despertar os mais variados sentimentos pelos "personagens". É impossível, em alguns momentos, não sentir muita raiva de Sultan Khan, nome fictício dado ao chefe da família - o tal livreiro que dá nome ao livro -, não sentir pena de sua esposa.

Aliás, o Sultan, cujo nome verdadeiro eu li em algum lugar mas esqueci, ficou p da vida com o livro da jornalista, dizendo que ela revelou "mais do que deveria" e acabou escrevendo o seu próprio livro, dando a sua versão dos fatos, Eu sou o livreiro de Cabul. Pode até ser uma leitura interessante, para comparar as duas versões da mesma história. 

Mas, voltando a esse livro, achei um leitura interessante, um tanto polêmica, porém a obra não conseguiu me prender o suficiente, razão pela qual ela vai levar apenas uma nota 3. Mas leiam, vale a pena sim.

Lista ilustrada das pequenas coisas que me fazem feliz #21

Minha família




Na tentativa desesperada de colocar meu blog em dia, vamos ao item da semana passada da lista. E esse é um daqueles itens que eu disse que não se enquadram na categoria de "pequenas coisas". De forma alguma... Essa, inclusive, é a maior de todas as "coisas", a mais importante delas...

Sim, amigos são importante... muito importantes. Mas não há nada como a família... Pelo menos a minha. Cada um, à sua maneira, é a pessoa mais importante da minha vida. É por cada uma dessas seis pessoas, e somente por elas, que eu posso afirmar sentir um amor incondicional. São essas pessoas que eu tenho certeza que, não importa o que aconteça, estarão sempre ao meu lado.

É para eles que eu tenho vontade de chorar as tristezas da vida. É para eles que eu tenho vontade de contar cada conquista minha. Eles são as primeiras pessoas que eu penso ao acordar e as últimas que penso ao dormir. É pela felicidade deles que eu rezo todas as noites. Foram eles que me ajudaram a ser quem eu sou hoje. Eles são a minha família...